segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz 2013


Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
  Carlos Drummond de Andrade

domingo, 30 de dezembro de 2012

Harry Carey Jr. morre aos 91 anos

Morreu na última quinta-feira (27), aos 91 anos, o ator norte-americano Harry Carey.
Carey morreu de causas naturais em Santa Bárbara, na Califórnia.

"Não sabia que o circo estava na cidade" - Harry Carey Jr. em Back to the future 3

O ator ficou conhecido por seus trabalhos em filmes de faroeste dirigidos por John Ford, como "Rastros de ódio" (1956) e "Caravana de Bravos" (1950). O auge de sua carreira aconteceu após interpretar o personagem Mr. Anderson em "Gremlins", de 1984. Além disso, ele fez uma breve participação no famoso "Back to the Future -parte 3".

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Cantada Nerd


Viaje no tempo com as músicas do seu ano

Partilho convosco um ótimo presente que recebi neste Natal. Trata-se de CD com as melhores músicas lançadas, neste caso, no meu ano de nascimento (1984). Porém, a surpresa foi maior quando vi a capa. É claro que o Delorean não podia faltar!!


Visite o site www.acardandagift.com, coloque o seu ano de nascimento e veja CD's, tapetes de rato, caneca, etc... tudo relacionado com o seu ano.

Good Guy Doc


domingo, 23 de dezembro de 2012

Lego vai produzir Delorean, personagens e Hill Valley

Os entusiastas do filme vão agora poder ter um Delorean totalmente feito em Lego. Não parece ter uma construção fácil, mas o resultado final impressiona.

Uma parte importante do negócio da Lego é receber propostas de entusiastas dos famosos tijolos de plástico para novos produtos. A plataforma Cuusoo serve para isso mesmo. O utilizador m.togami viu agora concretizado o seu sonho, depois de um responsável da Lego ter anunciado que vão produzir a sua sugestão do Delorean de Back to the Future.

Mas não é apenas o carro porque os personagens e os acessórios também fazer parte do kit. A Lego não revelou ainda preços nem especificações, mas esta nova proposta vai fazer parte do catálogo. Mais fotos aqui.

 
Fonte: Turbo

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Trilogia Back to the Future - Uma crítica atemporal!

Por Pablo Villaça

Back to the Future I


Já faz um bom tempo que tenho vontade de escrever uma crítica sobre De Volta Para o Futuro. Mas uma crítica, para valer algo, tem que ser escrita quando se vê o filme. Não adianta tentar se lembrar de algo que se viu há semanas ou meses atrás e pensar: 'Quais foram as impressões que tive na época, mesmo?' Porém, como eu já havia assistido De Volta... umas quinze vezes, ficava desanimado. Pois bem: hoje resolvi me 'obrigar' a assistir toda a trilogia, e aqui estou eu. 

É impressionante a capacidade que esta produção de Steven Spielberg tem em me fazer sentir as mesmas emoções todas as vezes em que a assisto: eu rio, vibro, me arrepio, torço como se fosse a primeira vez. E de certa maneira é, já que sempre há uma descoberta, uma sutileza do roteiro que havia passado desapercebida antes (só percebi que o bêbado no banco da praça era o prefeito de Hill Valley em 1955 por volta da quinta vez que assisti o filme).

Marty McFly (Fox) é um típico adolescente americano de classe média dos anos 80: toca em uma banda, tem pais caretas e curte o som no volume máximo. Seu pai, George (Glover), é um derrotado que trabalha como um escravo para seu superior Biff (Wilson). Sua mãe é uma alcóolatra frustrada com o casamento, e seus irmãos, dois inúteis. É quando McFly é chamado por seu amigo, o cientista Emmet 'Doc' Brown (Lloyd), para testemunhar seu mais novo experimento: a máquina do tempo. 

É claro que agora, mais de 10 anos depois do lançamento do filme, todos sabem o que acontece: Marty volta 30 anos no tempo, no lugar de seu mentor Doc Brown. Lá, ele acaba interferindo no encontro entre seus pais e, o que é pior, sua mãe se apaixona por ele - o que dá um prato cheio para qualquer psicólogo que queira analisar o filme mais profundamente. Agora, ele tem pouco tempo para fazer seus pais se apaixonarem novamente antes que ele desapareça - afinal, se seus pais não se apaixonarem, ele não existirá!!! 

O roteiro de Gale e Zemeckis é extremamente engenhoso, e brinca com praticamente todas as possibilidades que poderiam surgir de um encontro desses. Em certo momento, por exemplo, a futura avó de Marty diz para o rapaz: 'Vou ligar para sua mãe e tranquilizá-la.'. Ao que ele responde: 'Você não pode! Não tem ninguém em casa... ainda.' 

Talvez a fórmula para o imenso sucesso do filme seja o fato de que ele mexe com uma curiosidade que, talvez, seja universal: como eram nossos pais quando jovens? Eram sérios e responsáveis, ou divertidos e relaxados? Quem não adoraria ter a chance de pegar a própria mãe (ou o pai) fazendo exatamente aquilo que, quando mais velha, viria a condenar? E que tal presenciar, ao vivo, todas aquelas velhas histórias de família que estamos cansados de ouvir? ('Conheci seu pai numa festa...', 'Seu pai brigou com o maior sujeito da turma...', ou mesmo: 'Quando saímos em passeata e a polícia chegou...'). Marty McFly é o herói que tem a possibilidade de realizar este sonho, de matar esta curiosidade. 

Para o espectador, porém, a viagem não é menos intrigante. É extremamente interessante ver como aqueles personagens frustrados, amargos, eram no frescor da juventude. É divertido ver como mudaram, como seus sonhos não se realizaram. E é curioso ver que ainda podem mudar... 

Mas o filme não é apenas uma aventura contagiante: é também uma comédia repleta de diálogos afiados. Quando, por exemplo, o Doc Brown de 1955 pergunta a Marty quem será o presidente dos EUA em 1985 e este responde 'Ronald Reagan', Doc dispara: 'Ronald Reagan? O ator? E quem será o vice: Jerry Lewis?'. Só tenho uma dúvida quanto ao roteiro: se os pais de Marty ficaram tão encantados com o seu nome, por que só vieram a batizar o filho caçula com ele, e não o primogênito? 

A parte técnica também é fantástica: mesmo uma década depois, os efeitos especiais continuam eficientes. Além disso, a edição de Arthur Schmidt e Harry Keramidas confere um ritmo alucinante às seqüências de ação. Mas o destaque fica mesmo para a música: da canção de Huey Lewis ('The Power of Love') à trilha sonora composta pelo grande Alan Silvestri, tudo funciona. Aliás, trilha esta que é uma das melhores já compostas nos últimos 30 anos, pelo menos (já que este é um número que agrada tanto aos roteiristas do filme). 

Temos, também, o elenco: é perfeito. Raras vezes vi um exemplo tão eficiente de casting. Todos os personagens 'receberam' o desempenho dos atores corretos. Eu, pessoalmente, gosto muito do trabalho de Eric Stoltz (que chegou a filmar algumas cenas como Marty McFly), mas não consigo imaginar ninguém melhor que Michael J. Fox para o papel. Christopher Lloyd também cumpre perfeitamente seu papel como cientista 'louco', e Thomas F. Wilson interpreta um dos meus vilões preferidos do cinema. Mas o destaque fica para Crispin Glover, que criou um retrato perfeito do fracassado que não consegue reagir aos ataques do garotão da turma. 

Por último (mas não menos importante), temos a própria cidadezinha de Hill Valley. Ela é, como Bedford Falls (de A Felicidade Não Se Compra), um patrimônio do cinema. As mudanças pelas quais ela passa em 30 anos são, sem dúvida, responsáveis por vários pontos altos do filme. 

De Volta Para o Futuro é, em suma, um grande filme que deve ser visto, revisto e rerevisto. Aliás, mal posso esperar para revê-lo ao lado de meus filhos (que ainda nem nasceram) e conferir suas reações às aventuras de Marty. Ou será que foram eles que, voltando para o passado, me fizeram conhecer minha esposa? Posso estar delirando, mas até que seria divertido. Como o filme.

Back to the Future II


Assim como Indiana Jones e o Templo da Perdição, o segundo exemplar da trilogia De Volta Para o Futuro também é o mais sombrio dos três filmes que compõem a série. Mas, também como em Indiana, isso não compromete o resultado final, divertido e engenhoso. 

Aqui, contudo, a comédia e as situações inovadoras propostas pelo primeiro filme são substituídas pela ação desenfreada, de tirar o fôlego. Ponto para a dupla de roteiristas Bob Gale e Robert Zemeckis: sabendo que o frescor da história original não poderia ser igualado, os dois bolaram uma aventura intrincada, cheia de reviravoltas e referências ao piloto da série. Assim, ao rememorarmos as aventuras de Marty McFly em 1955, um pouco da emoção que sentimos anteriormente volta a nos contagiar. 

A história, que muitos críticos condenaram por ser complicada demais, é, na verdade, simples - basta ter um pouco de atenção e paciência para entendê-la. Vejamos: no final do primeiro filme, Doc Brown volta do futuro e diz para Marty que algo aconteceu aos filhos deste. Assim, no início do segundo filme, os dois (juntamente com a namorada de Marty) vão para 2015 a fim de salvar o jovem McFly da cadeia. Porém, enquanto estão no futuro, o velho Biff (sempre ele) rouba a máquina do tempo e volta para 1955. Lá, entrega ao jovem Biff um livro que contém os resultados de várias modalidades esportivas no período de 1950-2000. Assim, sabendo sempre em quem apostar, Biff se torna um magnata. 

Quando Marty e Doc resolvem o problema em 2015 e voltam para 1985 (Biff já havia devolvido a máquina do tempo sem que eles percebessem), se deparam com um presente alternativo, onde Biff é poderoso e casado com a mãe de Marty (o pai, George, fôra assassinado em 1973). Agora, para trazer de volta a realidade que conhecem, os heróis devem voltar novamente para 1955 a fim de recuperar o tal livro antes que Biff se torne milionário. Por coincidência, o dia para o qual devem 'viajar' é o mesmo em que o raio caiu no relógio da torre de Hill Valley e em que Marty tocava em uma festa do colégio de seus pais. Assim, ele tem que derrotar Biff ao mesmo tempo em que deve evitar encontrar seu outro 'eu'. Complicado? Nem tanto. 

Os efeitos especiais são fantásticos, assim como a maquiagem. Há uma cena, por exemplo, em que Michael J. Fox interpreta três personagens diferentes que interagem entre si (ele faz o papel de Marty aos 47 anos e de seus dois filhos: um rapaz e - acredite! - uma garota). A seqüência é genial. Aliás, esse tipo de 'encontro' acontece várias vezes durante o filme: os dois Biff’s (o de 1955 e o de 2015); os dois Doc Brown’s (o de 1955 e o de 1985) e os dois McFly’s (ambos de 1985). Como podem ver, Gale e Zemeckis aproveitaram todas as oportunidades que tiveram para criar cenas em que os efeitos visuais eram fundamentais. 

Outro ponto interessante do roteiro é a variação em cima de várias cenas do filme original: há uma seqüência igualzinha àquela em que Marty foge de Biff em um skate (aqui o skate é voador, e o velho Biff comenta: 'Isso me parece familiar'.); outra em que ele pensa ter sonhado com tudo e sua mãe o traz de volta à realidade; e assim por diante. Já outras cenas foram integralmente recriadas no intuito de se inserir os personagens do segundo filme (como aquela em que Marty toca 'Johnny B. Good' enquanto outro Marty balança no andaime sobre sua cabeça). 

Como no primeiro filme, a própria cidade de Hill Valley é um importante personagem: são as mudanças que nela ocorrem que dão o tom sombrio ao presente alternativo criado por Biff. Vale, mais uma vez, a comparação com a cidadezinha de A Felicidade Não Se Compra, Bedford Falls (vide a crítica a De Volta Para o Futuro): a Hill Valley alternativa seria a Bedford Falls que existiria caso o George Bailey de James Stewart não houvesse nascido. Há que se destacar, também, a Hill Valley do futuro, uma criação fantástica do pessoal da direção de arte e da cenografia (sempre em conjunto, é claro, com Dean Cundey, o competente diretor de fotografia da série). 

Há, evidentemente, alguns 'furinhos' no roteiro, que são totalmente perdoáveis frente ao conjunto final. Por exemplo: de onde veio a mudança no comportamento de Doc quanto ao fato de não se conhecer o futuro? Afinal, ele quase morreu, no filme anterior, por não querer saber o que aconteceria com seu futuro 'eu'. Em De Volta Para o Futuro 2, no entanto, ele leva Marty McFly para 2015 a fim de alterar, descaradamente, o rumo dos acontecimentos. Contudo, logo depois ele faz um discurso sobre a manutenção do continuum do universo. 

Além disso, parece que Gale e Zemeckis não souberam bem o que fazer com Jennifer, a namorada de Marty: ela passa a maior parte do filme dormindo (vide crítica a De Volta Para o Futuro 3). Mas, afinal, quem é ela? Por que se casou com Marty? (Há uma insinuação de que o casamento não foi bem o que ela desejava, mas só.). 

Mas não se deixe levar por estas últimas observações: o roteiro é genial e o elenco novamente dá um show. De Volta Para o Futuro 2 é uma continuação à altura do original e merece ser visto - antes que o velho Biff altere tudo novamente.

Back to the Future III


Reza a lenda que Robert Zemeckis mal podia conter sua ansiedade em começar a filmar a terceira parte da trilogia De Volta Para o Futuro: seu sonho era fazer um western. Dizem, inclusive, que esta ansiedade foi a principal responsável pelo ritmo frenético conferido ao segundo filme - de acordo com esta teoria, Zemeckis queria acabar logo de filmá-lo para iniciar o próximo. Se isso é verdade, eu não sei. O fato é que De Volta Para o Futuro 3 é o mais 'lento' dos três filmes (devido ao fato de Zemeckis não querer terminá-lo, talvez?).

Mas veja bem: o termo 'lentidão' de nada vale se for usado em comparação aos dois primeiros filmes da série. Comparado a eles, até mesmo Rambo seria considerado um filme lento. O que ocorre aqui é que Zemeckis e Gale (os roteiristas) resolveram dar uma pausa no ritmo ensandecido das cenas de ação e se aprofundar um pouco mais na psicologia dos personagens. É assim que temos, em De Volta Para o Futuro 3, um Doc Brown mais introspectivo e amargo do que nos demais filmes. 

Mas me adianto. Vamos, primeiro à história: no final do filme passado, Marty havia ficado 'encalhado' em 1955. Sua única esperança era uma carta que havia recebido do amigo Doc, comunicando que este agora vivia em 1885, ou seja: no velho oeste. As ordens são claras: o rapaz deve consertar a máquina do tempo com a ajuda do Doc Brown de 1955 e ir diretamente para 1985. No entanto, Marty descobre que Doc Brown fôra assassinado pelo pistoleiro Bufford Tannen (antepassado de - adivinhem - Biff) apenas 7 dias após escrever a tal carta. Assim, o herói resolve voltar ainda mais no tempo para salvar o amigo. 

Já em 1885, diversas coisas irão acontecer: Marty encontra seu tataravô e Doc se apaixona, entre outras coisas. Aliás, várias pistas para o roteiro deste terceiro filme foram dadas no segundo filme da série. Exemplos: a máquina de fliperama do velho oeste que Marty joga em 2015; a referência ao bisavô de Biff em 1955; o filme de Clint Eastwood que Biff assistia em 1955 (Por um Punhado de Dólares); a falha nos circuitos da máquina do tempo, que insistiam em marcar o ano 1885; o momento em que Doc dizia ter a intenção de estudar outro grande mistério do universo - as mulheres; e assim por diante. Claro que essas 'dicas' foram propositais, já que as partes 2 e 3 da série foram filmadas ao mesmo tempo. 

O roteiro é perfeito: além das novidades, variações em cima de cenas já clássicas da série são feitas: a perseguição que começa em um bar; a maquete que Doc constrói para explicar seus planos; a cena em que Marty acorda e pensa ter sonhado com tudo; e assim por diante. Há, também, os velhos clichês dos faroestes: cavalos correndo em disparada em direção a um desfiladeiro; duelos ao nascer-do-sol; tiroteios no bar da cidade; enforcamentos; assaltos a trem; e, é claro, o agente funerário. Mas como De Volta Para o Futuro 3 é, antes de mais nada, uma grande homenagem ao gênero western, isto é perdoável (vide as constantes referências a um ícone do gênero, Clint Eastwood). 

Como sempre, a própria cidadezinha de Hill Valley contribui muito para o decorrer da história. É divertido ver a construção daquela cidade já tão familiar aos fãs da série. Aliás, há certos detalhes tão sutis que poderiam passar desapercebidos: o 'vendedor' de estrume, sr. Jones (como nos demais filmes da série); o vendedor de carruagens, sr. Statler (no primeiro filme há um certo 'Statler Toyota'); etc. Observe, também, que o xerife da cidade é um antepassado do disciplinador da escola de Marty McFly, sr. Strickland. Parece que não há limites para a imaginação de Gale e Zemeckis. Quanto às atuações: mais uma vez são impecáveis, especialmente a de Christopher Lloyd. 

Outra coisa que me espanta nos três filmes da série é a habilidade com que o diretor Zemeckis e os editores Schmidt e Keramidas controlam o timing das cenas de ação. O domínio das seqüências é completo, levando o espectador a uma ansiedade fabulosa. É como se a noção de tempo, tão preciosa à série, tivesse se incutido com força total nos realizadores da trilogia. Outro exemplo disso é o curioso paradoxo criado no terceiro filme: ele começa com uma cena do final do primeiro De Volta.... Interessante, não? 

Para finalizar devo dizer que há um ou outro 'furo' mais óbvio na produção: por que colocaram Lea Thompson para ser tataravó de Marty McFly? Afinal de contas, a atriz interpreta a mãe do personagem, e não há muito sentido em escalá-la para interpretar uma antepassada dos McFly (nome do pai de Marty). Fica, também, meu protesto: como é que Bob Gale e Robert Zemeckis não tiveram a idéia de colocar Doc e Marty doando o relógio da torre para a cidade? Se tivessem feito isso, todas as pontas da trama seriam amarradas, e o ciclo se fecharia. Mas nada é perfeito. 

De Volta Para o Futuro 3 fecha com chave de ouro esta fantástica trilogia (na verdade, um grande filme de 6 horas de duração). Só espero que os realizadores reconsiderem a decisão de encerrar definitivamente a série e façam pelo menos mais um filme. Afinal, quem não adoraria assistir um De Volta Para o Futuro 4? Bom, quem sabe no futuro? Ou no passado...


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Feliz Dia do Cirurgião Plástico

Hoje comemora-se o dia do Cirurgião Plástico. Um GRANDE obrigado à todos eles.


"-Mãe, você está tão...grande!"

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Ganhe um Hoverboard Mattel do site BTTF.com

É verdade! O site BTTF.com dará dois novos Hoverboards marca Mattel a dois fãs muito sortudos!



 " Eu queria um desses desde 1989, como eu posso ganhar uma belezinha dessas? " 

 Muito simples, basta usar o código do cupom "hoverboard " no checkout quando encomendar alguma coisa do Terminal Time Travel BTTF.net entre quarta-feira, 5 de dezembro, 2012, até quarta-feira, 19 dezembro, 2012 . Apenas compras feitas durante este período participarão da promoção.

Mas espera manolo, então eu tenho que comprar pra participar? Não José! Se você for mão-de-vaca, há outra maneira muito bacana de participar! Basta criar uma legenda original e engraçada (em inglês) para a imagem acima e enviar para  hoverboard@bttf.com. A melhor ganha.

Para maiores detalhes, acesse a página da promoção.

Boa sorte, e se por acaso ganhar lembre-se, ele não funciona na água. (O Blog BTTFPt não é responsável pela eleição dos ganhadores, nem estamos atrelados de forma alguma à referida promoção. Apenas a estamos divulgando.)

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