sábado, 31 de outubro de 2015

Delorean 'Time Machine' na Comic Con Portugal

A edição deste ano da Comic Con Portugal vai receber o mítico carro DeLorean, conduzido por Michael J. Fox e Christopher Lloyd na trilogia Regresso ao Futuro. O carro, um dos seis que foram construídos para a saga de Robert Zemeckis, vai estar em exposição durante os três dias do evento, que decorrerá entre 4 e 6 de dezembro na Exponor, em Matosinhos. 


A presença do DeLorean acontece na sequência de uma parceria entre a organização da Comic Con e o Cinemundo. Esta semana foi também anunciada a presença de uma réplica da nave Tie Fighter X4 da saga Guerra das Estrelas.

A nave, que surge nos primeiros três episódios da saga de George Lucas, foi construída pelo Projeto X1 em 2013 para a Star Wars Celebration, a maior convenção europeia de fãs da Guerra das Estrelas. A réplica, feita à escala, mede seis metros de altura e 5,8 metros de largura. Demorou 53 dias a ser construída.

A segunda edição da Comic Con Portugal contará ainda com a presença do ator Jason Momoa, que ficou conhecido por desempenhar o papel de Khal Drogo em A Guerra dos Tronos, e de alguns atores da série Teen Wolf. O artista japonês Tsuneo Sanda, também ligado ao universo Guerra das Estrelas, estará também presente no evento deste ano.

A Comic Con é a maior convenção de cultura pop organizada em Portugal. A primeira edição, realizada em dezembro de 2014, recebeu mais de 32.500 visitantes e contou com a presença de cerca de 218 convidados, nacionais e internacionais, com destaque para Natalie Dormer, da série A Guerra dos Tronos.

Os bilhetes para a edição de 2015 já estão à venda, e custam entre 20,5 e 23 euros (até 2 de dezembro). Os passes normais para os três dias custam 46 euros e os familiares (dois adultos e uma criança até aos 12 anos) 92 euros.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Teoria da Conspiração: Pepsi Perfect no Brasil?


Todo mundo sabe que a Pepsi lançou em outubro a Pepsi Perfect nos EUA em uma edição limitada de 6500 unidades e, surpreendentemente, fizeram versões especiais em outros países mais próximos do Brasil, como o México e Argentina.


Veja abaixo uma foto comparativa entre a versão original do filme, a versão dos EUA e a do México.


Bom, o que ninguém viu é uma edição brasileira dessa Pepsi. Até agora nada foi lançado e, pela altura do campeonato, provavelmente nunca sairá uma versão "canarinho". Após o sucesso do dia 21/10/2015 ao redor do mundo, muitos internautas fãs de Back to the Future comentam que a Pepsi pisou na bola e perdeu uma oportunidade de ouro, deixando de ganhar muito dinheiro ao lançar esse produto nacionalmente (e até mesmo mundialmente), em larga escala e com um preço mais acessível a todos! 


Nós aqui do Blog, também somos sinceros e achamos que a Pepsi não teve uma estratégia muito inteligente. Afinal de contas, fãs da trilogia existem aos milhões ao redor do globo e quem é fã iria comprar, ao menos 1 unidade, para guardar de recordação. Além do mais, trata-se de um dos produtos mais aguardados em quase 30 anos (quantos produtos tiveram essa chance na vida?). 

A Pepsi do passado de 1989, ao pagar para fazer marketing em Back to the Future II, será que não teve a sacada de imaginar que em 2015 ela poderia lançar essa garrafa tão cultuada, graças a um filme que se tornou clássico? A Pepsi Perfect foi desenhada para a película (desde 1989) como "algo" totalmente tangível, com um design elegante, atraente e funcional, capaz de agradar qualquer pessoa em um supermercado, restaurante ou barzinho, seja ela fã ou não do filme. Não seria a hora de aproveitar a oportunidade (que existe e é real) para dar uma guinada nesse mercado, tão carente e homogêneo atualmente, e tirar da zona de sossego a Líder de Mercado?


Opiniões a parte, a coisa que mais intriga são algumas das fotos que a própria página do Facebook da Pepsi no Brasil postou recentemente, ao longo da última semana (agora eles já trocaram a imagem da capa). Esse artigo esta repleto de imagens que a página brasileira divulgou e brincou durante toda a semana posterior ao 21/10/2015. Agora perguntamos: Por que isso, afinal de contas, se não vão lançar o produto no Brasil? Apenas por diversão?




Adoradores de Teorias da Conspiração, dizem que a Pepsi ainda guarda algum segredo na manga e que poderia lançar a Pepsi Perfect na famosa feira de entretenimento e cultura pop Comic Con Experience, organizada pelo site Omelete, entre os dias 03 a 06/12/2015, através de um acordo ($$$) de exclusividade. 

Será verdade dona Pepsi? Que tal revelar algo logo para que os fãs se programem melhor, ao invés de deixar para "oportunistas" comprar a garrafa nesse evento e depois revende-la a preços astronômicos no Mercado Livre?

ATENÇÃO: Isso é apenas um boato que ouvimos, não compre ingressos para a Comic Con Experience na esperança de encontrar a Pepsi Perfect por lá. Isso pode nunca acontecer, por isso já deixamos bem claro aqui. Vá por sua conta e risco e/ou para se divertir com outras coisas da feira, não garantimos nada! ENTENDIDO?


E ficamos assim, desolados, mas fazer o que? Nós, brasileiros e fãs de Back to the Future, infelizmente estamos acostumados com a falta de interesse por parte das empresas em lançar produtos oficiais dos filmes por aqui. Praticamente nada chega ao Brasil oficialmente, a não ser em lojas de importadores e sites de leilão... Tudo isso em pleno 2015, o futuro agora globalizado (e tão prometido). #ironia >:(


quarta-feira, 28 de outubro de 2015

30 tecnologias de Back to the Future 2 e suas versões na vida real

O UOL fez uma lista com imagens bem interessante, comparando as tecnologias de Back to the Future 2 com a realidade do 2015 nas maiores das cidades do mundo. Vejamos a matéria completa abaixo.


2015 é um ano especial para a clássica trilogia "De Volta Para o Futuro". Além do primeiro filme, de 1985, ter completado 30 anos em julho, quarta-feira, 21 de outubro de 2015, marcou finalmente o dia em que Marty McFly, sua namorada Jennifer Parker e o doutor Emmett Brown viajaram para o futuro na cidade de Hill Valley na segunda parte da trilogia, lançada em 1989. Como homenagem, o UOL Tecnologia lista aqui 30 visões do futuro mostrado no filme e o que temos de mais próximo em nosso presente.


VIAGENS NO TEMPO - A primeira tecnologia, que dá sentido a toda a história, obviamente é a que está mais longe de se concretizar - ainda mais a bordo de um estiloso DeLorean voador. Uma das teorias mais aceitas para viajar para o futuro é a do "buraco de minhoca" (no topo à direita), um tipo de atalho que permitiria atravessar o espaço-tempo. Essa teoria não aceita, porém, viagens para o passado, e Marty não poderia ajudar seu pai em 1955, como no primeiro filme. E claro, falta colocar a tese em prática com alguma máquina ainda não inventada.


CARROS VOADORES - No 2015 do filme, carros de rodas já começavam a ser convertidos para veículos voadores. As rodas se curvam para os lados e viram propulsores com algum tipo de energia antigravidade. Ainda não temos isso, mas a empresa Terrafugia Transition está desenvolvendo um carro voador com capacidade de decolar na vertical, como um helicóptero. O veículo foi batizado de TF-X e deve ser lançado nos próximos 10 anos.


LETREIROS VOADORES - Para acompanhar os veículos voadores, a placa que diz "Bem vindo a Hill Valley" também plana sozinha. Ninguém fez isso ainda; ficamos com as antiquadas faixas levadas por aviões monomotores. O mais moderno atualmente na publicidade outdoor são os anúncios animados em vídeo, expostos em uma tela digital plana e presentes em alguns pontos de ônibus das grandes capitais. E claro, eles não voam.


PREVISÃO DO TEMPO ULTRAPRECISA - Assim que o DeLorean aterrissa, o doutor Brown olha as horas em um relógio (será um smartwatch?) e diz que a chuva vai parar no minuto seguinte, e é o que acontece. A meteorologia do nosso presente está longe de ser tão precisa assim. O objetivo de Robert Zemeckis, diretor do filme, não era fazer uma previsão de futuro cientificamente precisa, e sim divertida. Porém, os aplicativos de tempo nos celulares até que quebram um galho, com previsões da temperatura para cada período do dia.


SKATE VOADOR - Um dos itens mais lembrados pelos fãs é o skate sem rodas, o "hoverboard", usado por Marty em uma perseguição contra a gangue de Griff, neto de seu desafeto Biff Tannen. É também outro objeto que não temos, mas não por falta de tentativas. A empresa Arx Pax criou o protótipo Hendo Hoverboard em 2014, equipado com 35 kg de baterias e eletroímãs. Outra companhia, a Lexus, testou neste ano um hoverboard com ímãs que funciona em uma pista de skate especial. Algo simples e que funcione em qualquer superfície? Um dia, quem sabe...


CORRETOR POSTURAL VOADOR - Mais um objeto voador do filme que não existe no nosso presente. O corretor postural usado no futuro por George McFly, pai de Marty, o deixa de ponta-cabeça - possivelmente para acelerar o tratamento da lesão - e flutua sozinho pelo cômodo. Só temos mesmo uma maca que deixa o usuário de ponta-cabeça e corretores que possuem ímãs para ajudar na circulação sanguínea.


HIDRATADOR DE ALIMENTOS - No jantar da família McFly, a avó Lorraine prepara pizzas em um objeto que parece um forno microondas, mas que na verdade tem a função de "hidratar" o alimento. A pizza entra minúscula e sai crescida e pronta para servir. Não temos nem esse tipo de pizza nem o hidratador. A melhor tecnologia envolvendo preparo de comida quente é mesmo o fogão por indução, que não usa chamas.


LIXO COMO COMBUSTÍVEL - Essa cena ocorre no presente (do filme), mas só foi possível porque o doutor Brown viajou antes para 2015: ele traz do futuro um reator nuclear portátil para fornecer combustível ao DeLorean via processamento de lixo. A energia nuclear provavelmente nunca será usada para fins domésticos devido ao alto risco, mas já temos algo interessante: em 2014, na Inglaterra, surgiu um ônibus alimentado por gás biometano, obtido por meio da decomposição de lixo orgânico, esgoto e até fezes.


PROJEÇÃO DE VÍDEO NO AR - Na praça central de Hill Valley, Marty olha um telão projetado no ar com um anúncio da conversão de carro sob rodas para carro aéreo. Isso não é possível ainda, mas a projeção 3D, que usa prédios e estátuas públicas como tela, cria "relevos" e artes mistas bem interessantes. Neste ano, o Cristo Redentor serviu de mote para uma campanha ambiental com essa projeção.


LIXEIRA AUTÔNOMA - Quando o doutor Brown tenta jogar fora o Almanaque dos Esportes com resultados dos jogos de 1950 a 2000, e que seria usado por Marty para lucrar com apostas, ele se depara com uma lixeira que circula pela rua e abre sozinha para depositar o lixo. Em 2012, um cara inventou um lixo com rodas que, com ajuda de um Kinect, detecta movimentos e vai para o local onde foi arremessado o objeto. Só falta produzir algo similar em larga escala.


BIOMETRIA PARA ABRIR PORTAS - No filme, policiais levam Jennifer para a casa dos McFly e usam seu polegar para abrir a porta da frente. Até já temos algo igual, mas as fechaduras biométricas são caras, pouco acessíveis e ficam ainda restritas às feiras de tecnologia e de utilidades domésticas. Mas as chances de popularizarem daqui a uns anos são boas


BIOMETRIA PARA COMPRAS - Os personagens do futuro também usam o polegar para realizar pagamentos; Biff faz isso para pagar uma corrida de táxi (ou será um Uber?). O pagamento por celular já toma forma via Apple Pay e Android Pay, e possivelmente usarão o recurso de reconhecimento de impressão digital dos smartphones mais avançados.


AUTOMAÇÃO DE SERVIÇOS - Um posto de combustível sem frentistas, operando apenas com robôs. É realidade? Não mesmo, mas os robôs poderão nos próximos anos substituir alguns tipos de trabalho, como motoristas de táxi, operários de fábrica e até jornalistas.


HOLOGRAMAS 3D - Uma boa piada visual do filme é quando Marty se assusta com o anúncio holográfico no cinema que exibe "Tubarão 19", dirigido por Max Spielberg, filho de Steven. Se por um lado o cinema 3D está bombando atualmente, este ainda precisa de óculos e do ambiente fechado do cinema para funcionar. Já a holografia, embora não tão avançada como no filme, começa a ganhar usos no entretenimento; começou em 2012, quando o rapper Tupac Shakur, morto em 1996, se "apresentou" em um festival. Hologramas de Renato Russo e Cazuza fizeram o mesmo no Brasil depois.


ROUPAS "AUTOSECANTES" - Quando Marty cai em uma fonte, sua jaqueta liga o modo de secagem rápida, um ar quente sobe pela roupa, e em poucos segundos está feito. O que temos no nosso 2015? Apenas as secadoras automáticas das nossas casas, ou fabricantes que buscam desenvolver tecidos que absorvam a transpiração, promovam a transferência da umidade do corpo para o ambiente e sequem rapidamente.


ROUPAS "AUTOAJUSTÁVEIS" - O tênis que amarra cadarços automaticamente e a jaqueta que fica no tamanho certo do usuário com o apertar de um botão estão entre os itens mais desejados pelos fãs da trilogia. A Nike prometeu para esse ano ainda o tênis idêntico ao do filme, inclusive na tecnologia de cadarço automático. Só resta aguardar. PS do Blog: A Nike oficializou o lançamento do tênis dia 21/10/2015, porém será uma edição limitada e vai ajudar a instituição The Michael J. Fox Foundation.


TROCA DE ÓRGÃOS EM PLÁSTICAS - "Fui a uma clínica de rejuvenescimento e fiz uma reparação completa. Eles tiraram algumas rugas, arrumaram o cabelo, mudaram o sangue, adicionaram uns 30 ou 40 anos à minha vida. Substituíram também meu baço e meu cólon", diz o doutor Brown a Marty, enquanto tira um tipo de máscara facial e fica igualzinho ao que estava antes. Trocar órgãos para melhorar a estética não faz sentido, mas a modelo brasileira Ângela Bismarchi já reconstruiu o próprio hímen. E superando até a ficção, os transplantes de face vêm sendo experimentados há alguns anos, mas apenas para reparar feridas graves.


ASSISTENTES VIRTUAIS - Em um bar "retrô dos anos 80", sósias virtuais de Michael Jackson, Ronald Reagan e do aiatolá Khomeini atendem os clientes em telas movidas pelo bar. A inteligência artificial ainda não é tão independente e popular assim, mas os assistentes virtuais dos celulares - Siri (iOS), Google Now (Android) e Cortana (Windows) - têm essa pretensão e, quem sabe, são o começo para uma realidade como a do filme.


ÓCULOS MULTIUSO - Os filhos de Marty McFly sentam à mesa de jantar usando óculos para assistir a vídeos e atender ligações telefônicas. O filme não apenas anteviu o mau hábito de deixar a tecnologia tomar conta dos momentos familiares, mas os óculos com acesso a internet e multitarefa que o Google vem tentando implementar faz alguns anos. E convenhamos, os do filme são bem mais feios que os da vida real.


DRONES EM TODA PARTE - Apesar de não usarem esse nome no filme, os drones estão lá, tirando fotos para jornais e levando cachorros para passear. Esse segundo uso ainda não aconteceu (por enquanto), mas o primeiro já é bem real: a "Folha de S. Paulo" começou com isso em 2013, para filmar protestos em São Paulo. Mas a era dos drones está só começando na realidade e promete extrapolar em muito as possibilidades do filme.


CDS E LASERDISCS NO LIXO - Na década de 80, quando os filmes foram filmados, os CDs e laserdiscs eram a última palavra em mídia audiovisual, mas o filme satiriza isso colocando-os como entulho em um beco. Laserdiscs de fato nunca chegaram a se popularizar - eram caros para a época - mas os CDs reinaram nos anos 90. Só agora, em 2015, o avanço dos serviços de streaming de música e de vídeos ameaçam CDs e DVDs, que correm risco de entrar em declínio muito em breve.


JORNAIS IMPRESSOS - Esse é daqueles casos em que a realidade superou a ficção. Os personagens do filme compraram um jornal de papel em pleno 2015, que de fato ainda estão por aí. Por outro lado, ninguém da produção previu o advento da internet, dos tablets e dos e-readers. Fala-se que eles irão substituir o papel para leitura, mas isso ainda é especulação, pelo menos por enquanto. PS do Blog: Uma justificativa mais plausível para ainda usarem jornais ou fotografias no filme, é o fato de que quando eles alteram algo do passado, eles imediatamente conseguem ver o resultado se alterando no papel. O resultado visual (tanto para o filme quando para a vida real) é muito mais impactante. Uma tela de tablet "modificar" uma noticia não é algo que impressione, mas um jornal impresso é quase um milagre (e nos dá a certeza absoluta que "algo" realmente mudou no passado). ;)


ORELHÕES - Outra tecnologia defasada no nosso 2015 deu as caras do filme: os orelhões, embora reformulados no visual, estão lá. Tudo bem, ainda temos orelhões, mas quase ninguém os usa desde que celulares se tornaram populares. Há ideias, porém, de adaptá-los para necessidades mais atuais, dando-lhes acesso à internet ou transformando-os em pontos de sinal wi-fi (ou recarga de celular).


"SMARTV" - É outra tecnologia em que o filme conseguiu prever, mas não com esse nome. A TV da família McFly é um grande canivete suíço: ela permite assistir a múltiplos canais ao mesmo tempo, que nem fazemos no mosaico das TVs por assinatura ou em alguns modelos de TV. Outros recursos são as ordens recebidas por voz e a videoconferência, como veremos a seguir.


VIDEOCONFERÊNCIA DOMÉSTICA - Quem usa Skype ou Hangouts hoje em dia para falar com alguém via webcam deve se familiarizar com a cena em que Marty fala com o chefe pela TV. Na realidade, muitos ainda acham mais prático falar pelo computador, mas os celulares já permitem isso e uma TV com o periférico Kinect pode transformar sua televisão da sala em um monitor de videoconferência, na proporção que o filme mostra.


COMANDOS DE VOZ E "PAPEL DE PAREDE" - Não apenas a TV de Marty, mas outros objetos da casa respondem a comandos de voz o tempo todo. É o que os assistentes virtuais dos celulares e o Kinect querem oferecer aos usuários, mas a tecnologia ainda têm chão para avançar e ser mais precisa e completa. Além disso, a TV quando está em modo espera mostra uma imagem de obra de arte, como também faz o aparelho da Google para TVs, o Chromecast.


FAXES - O chefe de Marty o demite via videoconferência e a seguir lhe envia um fax com a temida mensagem. São poucos os usos práticos do fax hoje em dia - bancos e repartições públicas ainda os têm - mas é mais comum hoje a impressora caseira ligada a um computador, que pode imprimir qualquer mensagem ou conteúdo que chegue pela internet. Além disso, escaneiam papéis e copiam documentos. A realidade venceu o filme mais uma vez.


TVS COM TELA PLANA - Outro acerto do filme foi ter decretado a morte das televisões de tubo, com suas dimensões espaçosas e pesadas. As TVs e projeções do filme nunca ocupam mais do que alguns centímetros de espessura, como ocorre atualmente.


CÂMERAS DIGITAIS - O doutor Brown usa uma maquininha do tamanho de uma carteira para vigiar o filho de Marty, Marty Jr, e ela também tira fotos à distância. Reconheceu as câmeras digitais de hoje em dia? O que o filme não contava é que nossos smartphones conseguem ser telefone e câmera portátil - entre outras coisas - ao mesmo tempo, e com o mesmo tamanho.


VESTIMENTA COM PAINÉIS - Como visto neste álbum, o filme também previu que as roupas poderiam fazer mais do que vestir. As policiais usam quepes com painéis com LED que dizem seus nomes. Algo bem parecido -e igualmente cafona - com as camisetas que usam painéis como estampa. Mas felizmente, a tecnologia wearable da nossa realidade está mais interessada em recursos mais práticos, como no caso do Google Glass e dos smartwatches, já citados neste álbum.

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br/

A mulher como problema: o papel de Jennifer Parker


"Enquanto a maioria das discussões trata apenas das diferenças tecnológicas entre o que apareceu no cinema e o que temos agora, objetivo chamar a atenção para as relações humanas, especificamente, para a questão da condição feminina"

Aviso: Antes de mais nada, queremos deixar claro que esse texto não é criação nossa e não queremos levantar bandeira de espécie alguma aqui. Trata-se de um artigo que encontramos na internet e colocamos aqui (com seus devidos créditos citados no final), para que possa haver um dialogo saudável sobre o tema. Nós adoramos a personagem Jennifer Parker na trilogia, independente de sua participação ter sido pequena ou não. :)

Temos que lembrar também que o fato de deixar a Jennifer desacordada e fora do Delorean, ou seja, fora da vista do Doutor Brown, era para que ela fosse levada pela dupla de policiais (veja nesse ponto como o diretor revoluciona nos anos 80 ao mostrar mulheres fortes assumindo outras posições nas profissões em 2015, como a de policiais), proporcionando a trama uma forma inusitada de mostrar a casa dos Mcfly no futuro (novamente reforça a ideia de que o Doutor Brown não deixaria eles entrarem nessa casa de "boa", para evitar problemas com paradoxos). Os criadores com certeza queriam uma cena que ilustrasse os Mcfly vivendo numa casa do futuro, com bugigangas legais e mostrando a relação do avós, pais e filhos em 2015. Pode parecer bobo, mas a forma que eles encontraram foi a de deixar a Jennifer desacordada e sendo levada até aquele ambiente, para deslumbrar algumas coisas e depois "apagar" novamente, um simples pretexto para induzi-la no final da trilogia que tudo se tratava de um "sonho" (bem característico de contos como Alice no País das Maravilhas). Aliás, a trilogia inteira brinca com a possibilidade de tudo ser um sonho, sempre quando o Marty desmaia e acorda em um local diferente.

Também, note que apesar da Jennifer ter um papel menor e mais "fraco" durante a trilogia, não podemos dizer o mesmo da própria mãe do Marty, a Lorraine, ou a namorada do Doutor Brown, a Clara. Essas duas mulheres são apresentadas como personagens mais "completos" e "complexos", sendo mulheres a frente do seu tempo ou que gostam de ciência e diversas outras coisas tipicamente atribuídas a homens. Lorraine em 1955 aparece como uma garota esperta, que vai conquistar o seu homem (o Marty, por mais estranho que isso soe kkk), que sabe curtir a vida bebendo ou fumando, sendo um contraste gritante contra o George Mcfly, que é apresentado com um rapaz medroso e que não arrisca nada. Já a Clara de 1885, o próprio Doutor diz que nunca tinha conhecido uma mulher daquele jeito, que lia contos de ficção cientifica, era muito inteligente e adorava ciência, espaço, tecnologia, etc. Clara dá até um tapa no Doc, pois imagina que ele esta mentindo sobre o futuro, mostrando que não aceita passivamente qualquer situação. E, para finalizar, as duas sempre enfrentaram de frente seu algoz principal, o Biff (em suas diversas encarnações), pois elas reclamam, gritam, chutam ele, fogem, procurando nunca seres dominadas pelo troglodita (claro, sempre que possível, pois as vezes não tinha jeito, o Biff era naturalmente mais forte e elas dependiam da ajuda de outros homens: Marty, George ou Doc Brown).

Bom, agora fiquem com o texto na integra e comentem abaixo o que vocês acham desse tema, bem interessante!

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Para fugir dos mesmos assuntos que rondam o tema do De volta para o futuro II em 2015, ano retratado no filme, pergunto-lhe uma coisa: você se lembra de Jennifer Parker? Ou melhor, da namorada do Marty McFly? Agora sim, pode ser que algo venha à sua mente. Ela é aquela loirinha em trajes típicos de uma adolescente americana dos anos oitenta, pelo menos no modo hollywoodiano unidimensional de ver as coisas.

Pois é, apesar de todo o cenário futurista, de todo o aparato tecnológico exagerado, a despeito de todas as aventuras nas mais distintas épocas retratadas, não há espaço para Jennifer Parker. E por quê? Porque ela é um problema, um obstáculo para o andamento da narrativa. Atrapalha o fluxo, o bom andamento da história e está lá onde não deveria estar: no carro.

Quem diz isso é o próprio diretor do filme, Robert Zemeckis, no vídeo A criação da trilogia: capítulo 2 (de 2002), uma espécie de making of: “Obviamente, eu não criei o filme para ter continuações. Se tivesse, jamais colocaria a namorada no carro, pois foi um problema gigantesco na hora de criar a continuação. Teria apenas o Doc e Marty no carro.

Numa primeira análise, o raciocínio do diretor aparenta ser plausível. Afinal, a história do filme é a de Marty McFly com o Dr. Brown. Essa é a dupla protagonista. O papel de Jennifer, personagem mais simples e pouco desenvolvida, é o de namorada de Marty. Tanto é assim que o próprio diretor a chama de namorada e não de Jennifer. Ela é uma garota qualquer, comum, sem personalidade marcante, sem características próprias, e que representa a imagem coletiva que se faz da noção de namorada.

No entanto, ao dizer que a personagem Jennifer é um problema para a continuação da trilogia, Zemeckis reafirma um único conceito central em tudo isso: o fato de ela ser mulher. Essa é a questão maior. É por isso que se ele tivesse pensado numa continuação desde o primeiro filme, não a teria colocado dentro do carro. 

O carro, o Delorean, a máquina do tempo, não é lugar para mulheres, é lugar das aventuras, onde homens inconsequentes fazem o que lhes é socialmente permitido, ou seja, tudo.

O problema referido pelo diretor tem um ponto de partida, que é o fim do primeiro filme. Na última cena, Dr. Brown aparece de repente com seu Delorean, surpreendendo Marty e Jennifer. Ele conta a Marty que é preciso voltar ao futuro porque algo ruim vai acontecer.

No início do segundo filme, o diretor precisou refilmar essa cena porque a atriz que interpretava Jennifer, Claudia Wells, por motivos pessoais, não pôde atuar na sequência. As partes dois e três foram gravadas, então, por Elizabeth Shue (o que a maioria das pessoas sequer chegou a reparar, dada a “insignificância” da personagem). Talvez tenha começado já aí, na necessidade de recriar o que já estava pronto, a representação de Jennifer, agora na pele de outra atriz, como problema.

Voltando à história, Jennifer embarca com os dois amigos para a aventura no futuro. O que poderia enriquecer o roteiro e dinamizar a trama narrativa, com a sua inclusão em um papel mais atuante, torna-se a fonte de todos os males. Ao invés de dar voz à personagem, o diretor a joga no pleno esquecimento. Em toda a película a participação de Jennifer passa despercebida, com poucas falas e nenhuma cena significativa.

Já no futuro, quando os três chegam ao ano de 2015, diante de carros voadores e de todo aquele universo futurista, a primeira imagem que vem à mente de Jennifer é o casamento com Marty. Então ela pergunta ao Dr. Brown se foi uma festa bonita e se volta a Marty e destaca que eles poderiam ver como tudo aconteceu, como era o vestido de noiva, onde moravam, se tinham crianças. Nesse momento, Dr. Brown utiliza um aparelho indutor de sono que faz Jennifer apagar instantaneamente.

Fica subentendido que Dr. Brown fez aquilo porque ela não era bem-vinda ali, fazia perguntas demais, fúteis, ou seja, estava “agindo como uma mulher” e isso atrapalharia a missão. Mas já que ela estava no carro e tinha viajado para o futuro, o que fazer? Bom, Jennifer já estava em sono profundo. A melhor opção encontrada, logo que chegam à cidade, foi deixá-la junto ao lixo dos prédios. Isso mesmo. E, quando se livram do impedimento feminino, os dois partem para salvar o dia.

No momento em que tudo parece resolvido, Marty e Dr. Brown voltam para resgatá-la. Só que já é tarde. Duas policiais a encontram dormindo, identificam a impressão digital (estranham a sua aparência jovial) e a levam para casa (seu lar no futuro). Jennifer desperta no interior do imóvel e logo percebe que continua em 2015. Nesse instante ela vê porta-retratos de seu casamento e fica indignada com o fato de ela e Marty terem contraído matrimônio na simples Capela do Amor. Na tentativa de sair da habitação, ela se encontra com a Jennifer do futuro, de 2015. As duas, então, proferem frases uma a outra. Uma diz “estou velha” e a outra “estou nova”. Ambas, após demonstrar interesse apenas em suas aparências, desmaiam com o choque.

Juntos novamente, Marty, Dr. Brown e Jennifer, ainda desmaiada, regressam para 1985. A primeira coisa que os dois protagonistas fazem é deixá-la na varanda de sua casa, sozinha, no meio da noite, dormindo num banco. Marty pergunta: “Nós vamos simplesmente deixá-la aqui na varanda?”. E Dr. Brown responde, com a firmeza de quem tem o respaldo científico por trás de suas decisões: “A desorientação ajudará a convencê-la de que foi tudo um sonho”. E é isso.

Nada justificaria, entretanto, deixar uma mulher ou qualquer outro ser humano largado no lixo ou na varanda. Só que é isso que acontece. Para piorar, trazendo mais perigo para a situação, eles não estão na verdadeira 1985, mas numa realidade paralela, uma versão sombria daquela. Nem mesmo isso faz Marty ou Dr. Brown se preocuparem em voltar para resgatá-la daquela varanda. Nesse ponto, outra linha narrativa é constituída, outras tramas são montadas e a resolução dessas questões se estenderá pelo terceiro filme.

Ao mesmo tempo, nada mais foi previsto para Jennifer, sua participação termina como começou, abruptamente, sem muito sentido, deixando sua ausência passar despercebida na uma hora e meia de filme que resta. A personagem retorna somente no fim do De volta para o futuro III, nas últimas cenas. Ela acorda no banco da varanda para dar um beijo em seu herói. A normalidade torna a presidir a ordem das coisas de 1985 e Jennifer volta a ser a namoradinha que não cria problemas no roteiro. Tudo resolvido. Fim da trilogia.

Mas e se a história fosse diferente, e se Jennifer fosse uma protagonista e participasse de fato das aventuras, e se tivesse liberdade para fazer o que lhe viesse na cabeça, e se saísse com o carro por aí, arrumando confusões e viajando pelo tempo? Ah, certamente lhe perguntariam se ela não teria mais o que fazer, como cuidar da casa ou do marido e dos filhos. Provavelmente atribuiriam todos os seus erros à sua condição de mulher, como quem diz no trânsito: “só podia ser mulher”. E os homens ficariam enfurecidos de ver seu espaço másculo ser invadido por alguém que usa saia.

Uma mulher como protagonista do “testosterônico” Mad Max causou furor entre os seres que se orgulham de sua virilidade a ponto de fazerem passeatas em favor dos direitos dos homens e do respeito de Hollywood aos valores tradicionais masculinos. Chegaram a organizar boicotes ao filme. O tiro saiu pela culatra. Tal atitude promoveu ainda mais a película e reacendeu debates sobre a condição da mulher na sociedade machista do século XXI.

Estamos em 2015, no futuro que foi representado no filme de Zemeckis. Enquanto a maioria das discussões trata apenas das diferenças tecnológicas entre o que apareceu no cinema e o que temos agora, objetivo chamar a atenção para as relações humanas, especificamente, para a questão da condição feminina. Jennifer Parker é a ilustração de como a imaginação desses cineastas hollywoodianos não ultrapassa as fronteiras do status quo viril.

E nós, por estarmos tão inseridos nessa lógica de produção e reprodução de valores machistas, escamoteados na inércia da natural ordem das coisas, nem nos damos conta do quão absurdo é boicotar um filme em decorrência de um protagonismo feminino. Ou, no caso do De volta para o futuro II, não perceber como a personagem Jennifer, pelo único fato de ser mulher, é colocada de modo tão insignificante na história, como é tratada com desprezo, como um objeto (sendo levada de lá para cá, inconsciente) e vista como um problema para o desenrolar da aventura inconsequente de dois homens livres.

Jennifer não fala por ela, indivíduo que pensa, age e deseja, mas sim por um grupo preconcebido. Está prisioneira em um papel que foi representado por sua mãe, por sua avó e pelas gerações que a antecederam. É refém de uma condição intransponível e cerceada, a de ser mulher numa sociedade machista. Antes de ser ela mesma, ela é mulher, é a namorada de Marty, é a futura esposa e mãe. Ela carrega consigo denominações que a estigmatizam e estereótipos que a conceituam e a petrificam no ponto máximo e mais relevante de sua existência: o matrimônio.

Uma das poucas curiosidades de Jennifer sobre o futuro é saber como foi sua festa de casamento. A personagem que quase não fala e quase não aparece, quando abre a boca, só conversa sobre isso ou sobre filhos, sua casa e sua aparência. No momento em que surge em cena, desmaia, demonstra fraqueza e dorme. Repare, ela desmaia porque viu a sua versão do futuro, mas Dr. Brown, Marty e mesmo o vilão Biff passam por situações parecidas e nenhum deles desfalece ou fica em choque. Além de ser frágil, Jennifer, por ser mulher, também é descartável: pode ser deixada em qualquer lugar ou ser induzida a dormir sem qualquer outra explicação a não ser a importunação feminina em assuntos de homem.

Por isso tudo, nós, como fãs da trilogia De volta para o futuro, precisamos nos lembrar de Jennifer, da personagem que, por ser mulher, tirou o sono dos criativos cineastas que inventaram carros voadores, máquinas fantásticas de todos os tipos, mas que não tiveram imaginação suficiente para construir um roteiro em que ela participasse da aventura junto com Dr. Brown e Marty e também fosse heroína. E tal relação contraditória e imperceptível aos nossos olhos machistas é a base do nosso pensamento sobre o futuro. Tudo se transforma ao nosso redor, menos as relações sociais, como a de gênero e a da noção conservadora e patriarcal de família.

Leonardo de Lucas da Silva Domingues é mestre em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

BMW do Griff é vendido por R$126.700 nos EUA


Produzido especialmente para o filme Back to the Future 2, o modelo de luxo teve o teto cortado e recebeu modificações em fibra de vidro.

Vocês se lembram do BMW 633CSi usado pelo vilão Griff Tannen (Thomas F. Wilson) em “De Volta para o Futuro 2”? Pois o modelo foi vendido por US$ 32.450 (o equivalente a R$ 126.700) em um leilão realizado no último sábado (24) nos Estados Unidos.

Mais de três vezes o valor inicial, que era de US$ 10 mil (o equivalente a R$ 39.055), uma verdadeira pechincha perto dos US$ 541 mil levantados com a venda do DeLorean DMC-12 do Dr. Brown, em 2011. A explicação para isso é que, além do BMW não ter o mesmo carisma da máquina do tempo, o modelo alemão estava longe de estar em ótimo estado.

Comprado já bem detonado pela produção do filme, o BMW teve o teto cortado e não foi preparado para funcionar, já que era suspenso por cabos para representar a sua capacidade de levitar sobre o solo (que só voava mesmo graças aos efeitos especiais :) ).

Em 2004, o exemplar foi restaurado para o padrão do filme, o que incluiu uma nova pintura e a colocação de novos adereços em fibra de vidro na lateral e cabine. Até a lanterna traseira (adaptada do BMW Série 3 da época e que foi quebrada nas filmagens), continua em seu lugar.

Dica do Klefour Nunes via Facebook

SkyTran Táxis Magnéticos nos Céus de Israel


Já pensou como seria se os táxis levitassem? Saibam que esta hipótese já deixou de ser ficção científica e vai ser possível, ainda este mês, em Telavive. Os céus israelitas serão os primeiros a testar este novo meio de transporte do futuro, que se baseia na levitação magnética e foi desenvolvida nos últimos cinco anos, com a ajuda de especialistas da NASA, avança a CNN.

Os táxis voadores são uma tecnologia do futuro desenvolvida pela empresa norte-americana SkyTran e existem planos para que cheguem em breve também à Índia e a França, adianta a cadeia de televisão.

Os veículos têm capacidade para quatro pessoas e vão ser colocados a seis metros sobre o nível das estradas. A velocidade máxima deste meio de transporte pode chegar aos 241 quilômetros por hora, embora seja esperado que dentro das cidades a velocidade atingida seja muito menor.

“É um meio de transporte mais barato e mais fácil de construir do que os comboios e os metros. Ao mesmo tempo, é um sistema muito mais amigo do meio ambiente” defende Jerry Sanders, diretor-geral da SkyTran.

Segundo o responsável, os sistemas de transporte subterrâneo podem custar até 2milhões de dólares por quilômetro, enquanto que um quilômetro na SkyTran custa cerca de 8 milhões de dólares.

Para pedir um destes táxis, a empresa vai disponibilizar o serviço numa página da internet e desenvolver uma aplicação móvel.

Veja um vídeo do protótipo aqui:

Dica do Rui M. Sousa via Facebook

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Como seriam os anos 2000 segundo cartões-postais do século 19

Correio aéreo


Se as previsões sobre o ano 2015 do filme De Volta para o Futuro (1985) eram um tanto imprecisas, imagina como as pessoas no século 19 imaginavam como seria a vida um século adiante. Pois uma série de cartões-postais desenhados pelo cartunista francês Jean-Marc Côté e por alguns de seus colegas, publicados entre os anos 1899 e 1910, mostram como as pessoas imaginavam a tecnologia e as facilidades dos anos 2000.

Algumas das previsões feitas por Jean-Marc e seu pessoal não ficaram tão longe da realidade. Eles anteciparam, por exemplo, patins elétricos, máquinas de agricultura e comunicação por meio de vídeo.

As ilustrações foram estampadas, também, em embalagens de cigarro e de fósforo. A série incluía pelo menos 87 desenhos, redescobertos pelo autor de ficção científica Isaac Asimov e publicados nos dias atuais em um livro chamado Futuredays: A Nineteenth Century Vision of the Year 2000.

Correspondência por cinema

Escola

Ônibus-baleia

Casa ambulante

Moda moderna

Patins automáticos

Procriação intensiva

Bombeiros aéreos

Barbeiro

Vassoura elétrica

Agricultura

Por Gabriel Nanbu

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